segunda-feira, 30 de março de 2009

O mundo é o pátio da nossa casa!


Ser.


... eu posso ser o que eu quiser. A vida pode ter o pulsar, o sabor e a cor que eu desejar!Como isso é bom!

quinta-feira, 26 de março de 2009

"E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace

Quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste

Quando eu estiver
Fogo
Suavemente
Se encaixe

E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce

Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
Dentro de ti

Mesmo que o mundo
Acabe enfim
Dentro de tudo
Que cabe em ti"

quarta-feira, 25 de março de 2009

Antagônico!

Queria ter a segurança que meu salto demonstra e a distração do meu all star,
Queria ter a sensualidade do meu batom vermelho e a inocência do cor de rosa,
Queria ter a vibração dos meus cabelos e a calma dos meus olhos,
Queria ser puramente mulher ou puramente menina.
Como ser antagônico entre o pensar e o ser, entre o querer e o fazer...
Como consigo transitar entre o céu e o inferno?
Meu rosto não acompanha meu corpo, minhas mãos não acompanham meus pensamentos, meus desejos não acompanham o meu tempo.
Por vezes sou uma mulher que chora e uma menina que ri. Um pouco doce, um pouco realidade!

terça-feira, 24 de março de 2009


"Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus!"
Eu sabia que não era o certo. Não era o momento certo. O local certo. A atitude certa.
Ainda assim, naquele instante, eu me sentia bem. Inteira.
Conseguia sentir meu coração pulsar no peito, o sangue quente correr pelas minhas veias e o ar penetrando o meu corpo em um ritmo acelerado. Sentia cada pedaço do meu corpo.
Podia sentir o seu cheiro na minha pele e o desejo crescente em meu corpo.
Era como se nunca tivesse havido buraco em meu peito, eu estava perfeitamente viva. Plena. Não curada, mas sem feridas.

segunda-feira, 23 de março de 2009


"Sou exatamente aquilo que meus olhos revelam, mas se tu não consegues compreender nem mesmo o que meus olhos gritam explicitamente, tão pouco entenderá uma longa explicação. E ainda sobre minhas paixões eu digo aquilo que já foi dito antes... para aquele que não ouve a melodia, não passa de um maluco aquele que dança. Se me observa a dançar é porque tenho motivos para não parar, sou apenas alguém que descobriu que na vida, quem não desiste sempre vence e para quem nasceu para vencer, não existe derrota que o derrote totalmente..."

sexta-feira, 20 de março de 2009

Lembranças.

Cena 1: Uma menina. Uma menina loira, magra e feliz. Uma menina de aniversário. Uma menina que sabia o que iria acontecer naquele dia. Ele viria. Uma menina sentada em uma cadeira do lado de um portão alto. A roupa da menina era simples, mas era a melhor que ela tinha. Os cabelos ficavam presos no alto da cabeça e os olhos marrons olhavam para uma única direção.
Cena 2: Uma rua. Uma rua estreita. Uma rua de poeira. Uma rua aquecida pelo sol. Sempre fazia sol naquele dia. O sol era quente em Outubro.
Cena 3: Um homem. Um homem negro. Um homem velho. Um homem que já havia tido alguns problemas. Um homem que tinha um lado do corpo prejudicado. Um homem que caminhava devagar. Um homem que sempre vinha naquele dia de Outubro.
Cena 4: O encontro da menina, da rua e do homem.

Até hoje a menina lembra-se desse homem em todo aquele dia de outubro, até hoje a menina sente em seu peito que gostaria que ele chegasse naquele dia.
Até hoje a menina sabe que aquele dia nunca mais foi o mesmo.
Hoje a menina não é mais tão menina, a rua não faz mais parte do seu cenário e o homem não chega mais.
A menina conheceu a dor da morte quando ela levou esse homem. Seu Avô.
A dor da saudade, a dor da rua, a dor da chegada, a dor do querer ver, do querer abraçar, do querer que ele estivesse em todos os seus momentos de felicidade.
Se a menina fechar os olhos que ainda são marrons consegue ver o dia de sol de outubro, a rua estreita e o homem vindo na sua direção...
Sorrindo, andando, sorrindo...
Ela correndo, sorrindo, rindo...
Sorrindo, rindo, chorando a dor da saudade!


quinta-feira, 19 de março de 2009


Loucos e Santos

"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que 'normalidade' é uma ilusão imbecil e estéril. "

quarta-feira, 18 de março de 2009

...A vida vai te decepcionar algumas vezes, nem tudo é do jeito que a gente sonha, nem todas as pessoas são sinceras, nem todos os lugares são o que parecem ser e nem todo mundo que tu ama pode te amar verdadeiramente. Com o tempo agente passa a ser mais seleto, mais realista, mais alguma coisa que eu não sei explicar. Porém, a nossa essência nunca muda... Aquilo que somos de verdade, sempre será assim e isso é o que dá valor a vida, isso é o que faz sentido nesse mundo.
As pessoas que se perdem no meio de seus sonhos e verdades não têm valor diante do mundo, mas aquelas que são essencialmente verdadeiras... Essas são importantes!

terça-feira, 17 de março de 2009


Não são as criticas e nem as quedas que fazem de nós mais ou menos. O que nos forma é o que fazemos com as criticas e depois das quedas.

segunda-feira, 16 de março de 2009

A dor que mais dói é aquela do que poderia ter sido e não foi.
A felicidade que não foi o sentimento que não foi eterno, os filhos que nunca existiram.

A dor que mais dói é a do não sentir.
O não sentir saudades, não sentir amor, não sentir raiva, não sentir ódio. O simples não sentir nada.

Quando algo que foi muito grandioso chega ao fim nos tornamos mais céticos, mais questionadores de se alguma coisa é eterna nessa vida.

Ame-me quanto eu menos merecer,
Abrace-me quando eu sentir frio,
Ria das minhas loucuras,
Chore minhas derrotas,
Beba minhas lágrimas,
Deite-me no teu peito quando eu sentir medo,
Tenha-me com vontade de ter,
Toque-me com vontade de tocar,
Deseje-me e receba meu desejo,
Respeite o meu corpo,
Me aceite nas minhas fragilidades, mas não duvide da minha força de ser eu.
Se nada disso acontecer ficará apenas a dor de se sentir o vazio.

Sofrer assim como amar é inerente ao ser humano. Se quem não ama não vive, quem não sofre tão pouco.
Nosso amargo é sempre mais amargo a nós do que aos outros.

Descubra como é ser o seu próprio veneno!

terça-feira, 10 de março de 2009

O bom das lembranças é que elas pertencem somente a nós.



Sugar, Sugar (tradução)The Archies

Refrão 1: Docinho, Oh doçura, doçura. Você é minha garota-bombom, E me deixa te desejando. Refrão 2: Doçura, Oh docinho, docinho. Você é minha garota-bombom, E me deixa te desejando. Eu simplesmente não consigo acreditar no encanto de amar você. (simplesmente não consigo acreditar que é verdade) Eu simplesmente não consigo acreditar no milagre deste sentimento também. (simplesmente não consigo acreditar que é verdade) Repete refrão 1 e 2 Quando beijei você, garota, Eu soube o quanto um beijo poderia ser doce, (soube o quanto um beijo poderia ser doce) Como a luz do sol de verão, derrame sua doçura sobre mim. (derrame sua doçura sobre mim) Derrame um pouco de açúcar sobre mim, doçura (docinho) Derrame um pouco de açúcar sobre mim, querida (doçura, doçura) Eu vou fazer sua vida tão doce, Sim, sim, sim. Derrame um pouco de açúcar sobre mim, Oh sim, Derrame um pouco de açúcar sobre mim, doçura, Derrame um pouco de açúcar sobre mim, querida. Eu vou fazer sua vida tão doce, Ei, ei, ei. Derrame um pouco de açúcar sobre mim, doçura.

sexta-feira, 6 de março de 2009

do Lat. veritate

A verdade tal qual a felicidade é algo pessoal e intransferível.
A verdade que buscamos e negamos dentro de nós, a verdade que faz os olhos ter lágrimas e o coração uma ruga nova é a mesma verdade que liberta.
Liberta das armadilhas, dos fracassos, liberta das ilusões, liberta de viver um mundo paralelo, liberta do desperdício de viver algo que é nosso.
A verdade do fim, a verdade do começo, a verdade da paixão que sentimos, a verdade da hora de partir e da hora do recomeçar.
A verdade machuca porque ela nos desnuda. Nos deixa expostas, nessa hora o poder de decisão está em nossas mãos e a vida nos olha e exige atitude. Quando se tem a verdade a vida exige respostas.
Não busque a verdade que não é capaz de suportar.

O quanto de verdade você suporta?