terça-feira, 24 de março de 2009

Eu sabia que não era o certo. Não era o momento certo. O local certo. A atitude certa.
Ainda assim, naquele instante, eu me sentia bem. Inteira.
Conseguia sentir meu coração pulsar no peito, o sangue quente correr pelas minhas veias e o ar penetrando o meu corpo em um ritmo acelerado. Sentia cada pedaço do meu corpo.
Podia sentir o seu cheiro na minha pele e o desejo crescente em meu corpo.
Era como se nunca tivesse havido buraco em meu peito, eu estava perfeitamente viva. Plena. Não curada, mas sem feridas.

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