Cena 1: Uma menina. Uma menina loira, magra e feliz. Uma menina de aniversário. Uma menina que sabia o que iria acontecer naquele dia. Ele viria. Uma menina sentada em uma cadeira do lado de um portão alto. A roupa da menina era simples, mas era a melhor que ela tinha. Os cabelos ficavam presos no alto da cabeça e os olhos marrons olhavam para uma única direção.
Cena 2: Uma rua. Uma rua estreita. Uma rua de poeira. Uma rua aquecida pelo sol. Sempre fazia sol naquele dia. O sol era quente em Outubro.
Cena 3: Um homem. Um homem negro. Um homem velho. Um homem que já havia tido alguns problemas. Um homem que tinha um lado do corpo prejudicado. Um homem que caminhava devagar. Um homem que sempre vinha naquele dia de Outubro.
Cena 4: O encontro da menina, da rua e do homem.
Até hoje a menina lembra-se desse homem em todo aquele dia de outubro, até hoje a menina sente em seu peito que gostaria que ele chegasse naquele dia.
Até hoje a menina sabe que aquele dia nunca mais foi o mesmo.
Hoje a menina não é mais tão menina, a rua não faz mais parte do seu cenário e o homem não chega mais.
A menina conheceu a dor da morte quando ela levou esse homem. Seu Avô.
A dor da saudade, a dor da rua, a dor da chegada, a dor do querer ver, do querer abraçar, do querer que ele estivesse em todos os seus momentos de felicidade.
Se a menina fechar os olhos que ainda são marrons consegue ver o dia de sol de outubro, a rua estreita e o homem vindo na sua direção...
Sorrindo, andando, sorrindo...
Ela correndo, sorrindo, rindo...
Sorrindo, rindo, chorando a dor da saudade!
Cena 2: Uma rua. Uma rua estreita. Uma rua de poeira. Uma rua aquecida pelo sol. Sempre fazia sol naquele dia. O sol era quente em Outubro.
Cena 3: Um homem. Um homem negro. Um homem velho. Um homem que já havia tido alguns problemas. Um homem que tinha um lado do corpo prejudicado. Um homem que caminhava devagar. Um homem que sempre vinha naquele dia de Outubro.
Cena 4: O encontro da menina, da rua e do homem.
Até hoje a menina lembra-se desse homem em todo aquele dia de outubro, até hoje a menina sente em seu peito que gostaria que ele chegasse naquele dia.
Até hoje a menina sabe que aquele dia nunca mais foi o mesmo.
Hoje a menina não é mais tão menina, a rua não faz mais parte do seu cenário e o homem não chega mais.
A menina conheceu a dor da morte quando ela levou esse homem. Seu Avô.
A dor da saudade, a dor da rua, a dor da chegada, a dor do querer ver, do querer abraçar, do querer que ele estivesse em todos os seus momentos de felicidade.
Se a menina fechar os olhos que ainda são marrons consegue ver o dia de sol de outubro, a rua estreita e o homem vindo na sua direção...
Sorrindo, andando, sorrindo...
Ela correndo, sorrindo, rindo...
Sorrindo, rindo, chorando a dor da saudade!

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